terça-feira, 18 de outubro de 2011

arraia


O que é esse animal?

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Arraia é um bicho esquisito pra lá de Bagdá, deve ser uma mistura de sapo, girino, elefante e platelminto, o bicho é tão estranho que fica balançando as orelhas na hora em que está nadando.
No mundo existem mais de 80000000000000000000000000000000 arraias e a única que sabe falar a língua humana e nada menos do que a nossa querida Claudia Raia que possui parentes no fundo do mar e para visitá-los ela pega o submarino pra dizer um oi pro seu papai Raio e sua mamãe Dona Raia e tem o Raiozinho que o primo dela.

[editar]Surgimento

Arraia em um anime qualquer.
Essa aqui é só coisa de fanart mesmo.
Foi o Albert Einstein que descobriu a arraia, ele estava indo ao pesqueiro e na hora ele puxou um bicho estranho do barco e foi para o laboratório e descobriu uma nova espécie marítima, mas só que o bicho estava estressado e como era um dia chuvoso pra cacete, Albert Einstein batizou o nome de raia em homenagem ao raio.
Desde então o mundo inteiro só ouviu falar desse bicho e saiu até noJornal Nacional em que a William Bonner estava pegando no pênis da arraia para ver como o animal fazia suas necessidades.

[editar]O que ela come?

A arraia come tudo, inclusive você, segundo Charles Darwin que era um historiador famoso, ele falava que existiam arraias canibalescas e que elas ficavam em volta da presa pedindo a Poseidon que abençoaste o pão que dera pra eles comerem.

[editar]Polêmicas desse animal

Steve Irwin era seguidor de Charles Darwin e ele queria medir o tamanho do pênis da arraia, só que o cara fez marmelada e o bicho o cortou pelo meio e matou o Stevezinho que foi sentar junto com São Pedro e Jesus Cristo.
A esposa do Steve chamada Terri Irwin diz que vai massacrar todas as arraias existentes no planeta, daqui a pouco ele vai acabar com os tubarões e com os crocodilos, isso prova que é sinal do fim do mundo mesmo

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

pepino do mar


Holothurioidea (do grego holothourion, pepino-do-mar + eidos, forma + ea, caracterizado por) é a classe de equinodermos que inclui os animais conhecidos como pepinos-do-mar ou holotúrias. Em oposição aos outros equinodermes, possuem corpo delgado, alongado em um eixo oral-aboral. A boca é circundada por 10 a 30 tentáculos que são modificações de pés ambulacrários bucais encontrados em outros equinodermos. Seu alimento é o material orgânico dos detritos do fundo, que é empurrado para a boca ou o plâncton aprisionado em muco nos tentáculos. As holotúrias frequentemente são os invertebrados dominantes nas partes mais profundas dos oceanos e muitos taxa são restritos a águas profundas. São aproveitados, depois de desidratados, como iguaria da culinária oriental e, deste modo, conhecidos como bicho-do-mar ou tripango.

[editar]Características

Uma epiderme simples recobre o esqueleto e possuem endoesqueleto de placas calcáreas articuladas macroscópicas, distribuídas pelo corpo. O sistema digestivo é completo. Não possuem coração nem mesmo sistema circulatório típico. Existe, porém, um reduzido sistema de canais (canais pseudohemais), com disposição radial, onde circula um líquido incolor contendo amebócitos.
A respiração por difusão ocorre no sistema ambulacrário. Na cloaca do pepino-do-mar existem túbulos ramificados, as árvores respiratórias ou hidropulmões, que acumulam água para as trocas gasosas.
Não existe nenhum órgão especializado em excreção. Os catobólitos são levados por amebócitos aos pés ambulacrários, hidropulmões ou a qualquer estruturas exposta à água, que os elimina por difusão.
Não possui gânglios, mas sim um anel nervoso próximo à região oral, de onde saem nervos radiais. Na superfície do corpo existem células táteis.
São animais sexuados e de fecundação externa. Os órgãos sexuais são simples, existindo, geralmente, apenas gônadas sem ductos genitais. O desenvolvimento é indireto, aparecendo uma larva auriculáriade simetria bilateral que passa a radial nos animais adultos. A reprodução assexuada aparece em algumas larvas que se autodividem e possuem a capacidade de regenerar partes perdidas. eles também possuem endoesqueleto.Quando se sentem ameaçados eles liberam uma espícula para se defenderem.

o polvo paul


Paul, o polvo (Ilha de Elba, 2008 — Oberhausen, 26 de outubro de 2010)[1] foi ummolusco da espécie Octopus vulgaris[2] residente no Aquário Marinho (Sea Life Centre) de Oberhausen, na Alemanha, que se tornou conhecido no mundo inteiro por "prever" — segundo se tem usado interpretar e dizer — corretamente os resultados da Seleção Alemã no Mundial de 2010, na África do Sul[2][3][4].
Antes dos jogos, Paul era colocado perante duas caixas com mexilhões, que é o alimento da espécie: uma com a bandeira alemã, outra com a bandeira da seleção oponente. A caixa escolhida para se alimentar era interpretada como uma previsão do vencedor do confronto.
Na Copa do Mundo de 2010, Paul previu a queda da seleção Alemã nas semifinais e a conquista do terceiro lugar, tendo acertado todos os palpites da campanha (7 jogos). A previsão sobre a derrota para a Espanha foi seguida por cerca de 20 estações de televisão internacionais.[5]
Paul também acertou o palpite para a grande final, entre Espanha e Holanda: novamente apostou nos espanhóis, que ficaram com seu primeiro título mundial.[6]
O polvo Paul foi ainda alvo de negócios entre o seu aquário e o de Madrid sendo feita uma oferta de vários milhares de euros mas o aquário de Oberhausen recusou sempre as propostas.
A polémica organização americana de defesa dos direitos animais, PETA, reclamou a libertação do polvo nas águas do Sul de França.[7]
Paul foi pescado em águas italianas, próximo a ilha de Elba e adestrado por Verena Bartsch, uma jovem alemã de 22 anos, que testemunhou ser o molusco marinho de nacionalidade italiana[1].
Paul morreu de causas naturais em 26 de outubro de 2010 enquanto dormia.

o polvo de aneis azuis


O polvo-de-anéis-azuis (Hapalochlaena maculosa) é uma espécie de polvo conhecida pelos visíveis anéis azuis no seu corpo e pelo veneno muito poderoso que possui.[1] O polvo de anéis azuis vive nas costas da Austrália e é muito pequeno, possuindo apenas 12 cm.

[editar]Alimentação

A sua dieta consiste tipicamente de caranguejos pequenos e camarão, mas pode também alimentar-se de peixes quando a oportunidade surge. Ele salta para a presa, morde-a e usa o seubico para a rasgar aos poucos. Suga a carne para fora do [[exoesqueleto do crustáceo. Em condições de laboratório foram vistos em atos de canibalismo, comendo elementos da mesma espécie, embora isto não seja observado na natureza.

[editar]Veneno

O seu veneno é um grande coquetel de compostos tóxicos conhecidos como tetrodotoxina, é capaz de matar as vítimas com grande facilidade, sendo que uma dose é capaz de matar 20 homens. Se equipara ao veneno do Conus, um caracol marinho igualmente venenoso. Poucas vezes se pensaria num polvo como um animal venenoso e, contudo, esta espécie que habita na Grande Barreira de Coral Australiana, é um dos animais mais venenosos do planeta. A quantidade de veneno de uma mordedura deste polvo, é suficiente para matar em poucos minutos vinte pessoas ou um animal do tamanho de um búfalo com cerca de 1.200Kg. Por sorte, os acidentes com humanos são raríssimos, pois não há antídoto para o veneno deste polvo.

polvo


Os polvos são moluscos marinhos da classe Cephalopoda e da ordem Octopoda, que significa "oito pés". Possuem oito braços com fortes ventosas dispostos à volta da boca. Como o resto dos cefalópodes, o polvo tem um corpo mole mas não tem esqueleto interno (como as lulaspossuem) nem externo (como o nautilus). Como meios de defesa, o polvo possui a capacidade de largar tinta, camuflagem (conseguida através dos cromatóforos) e autotomia de seus braços.
Os polvos não possuem tentáculos, mas sim 8 braços, ao contrário das lulas e sépias que, além dos 8 braços, possuem 2 tentáculos, que actuam na hora da reprodução. Dado que os seus membros são usados na locomoção, também se pode referir aos polvos como octópodes, que têm 8 pés à semelhança do argonauta.
Todos os polvos são predadores e alimentam-se de peixes, crustáceos e invertebrados, que caçam com os braços e matam com o bico quitinoso. Para auxiliar à caça, os polvos desenvolveram visão binocular e olhos com estrutura semelhante à do órgão de visão do ser humano, que têm percepção de cor.

bolhacha do mar


As bolachas-de-praia são mais comumente encontradas no mar, em profundidades rasas e levemente enterradas sob a areia da praia, ao contrário do ouriço que faz uma espécie de "toca" nas pedras. O seu corpo achatado facilita a escavação de pequenos buracos na areia e é considerado por muitos pesquisadores e cientistas como uma adaptação natural.

[editar]Metamorfose

Quando jovem, a bolacha-da-praia permanece em estado larval,e seu corpo adulto se desenvolve dentro dela;antes de virar adulta,ela escolhe o lugar onde passará o resto de sua vida, prende-se ao chão, e então é absorvida pelo corpo adulto.

[editar]Alimentação

A boca das bolachas-de-praia encontra-se na parte inferior central de seu corpo e elas se alimentam basicamente de partículas orgânicas da areia ou do lodo.

estrela do mar

Características
As estrelas-do-mar constituem um grupo particular de animais marinhos, que compreende cerca de 1500 espécies presentes em quase todas as latitudes. É um equinodermo pentâmero, com um disco central e braços dispostos radialmente.

A sua superfície aboral ou superior é geralmente coberta de espinhos calcários, os quais são partes do esqueleto, dando um aspecto rijo e áspero se eretos, ou suave e liso quando achatados. Locomove-se com os pés ambulacrários. Se colocada com a região oral para cima, a estrela-do-mar dobra os braços até encontrar apoio para os pés ambulacrários e desvira o corpo para que a região oral fique voltada para baixo. A boca encontra-se no centro da superfície oral, virada directamente para o substrato, rodeada por cinco mandíbulas triangulares de placas múltiplas.

Não possuem dentes e a boca está geralmente protegida por uma espécie de armadura formada pelos espinhos mais internos dos sulcos ambulacrários. Um sulco ambulacrário mediano, orlado de espinhos, estende-se ao longo da superfície oral de cada braço e dele se projectam muitos pés ambulacrários, dispostos em duas ou quatro séries. Pequenas brânquias dérmicas (pápulas ou papilas) projetam-se da cavidade do corpo entre os espinhos para a respiração e excreção.

Ao redor dos espinhos e pápulas há diminutos pedicelários em forma de pinça, que têm como função manter a superfície do corpo livre de detritos e de pequenos organismos, podendo auxiliar ainda na captura de alimento. Na extremidade de cada braço há um tentáculo mole, tátil e uma mancha ocelar, sensível à luz. O orifício retal é uma abertura diminuta próxima ao centro da superfície aboral e nas proximidades da placa madrepórita.

Reprodução
Sexuada com libertação dos gametas na água e posterior fertilização externa. O ovo fecundado geralmente desenvolve-se numa larva livre-natante de simetria bilateral que sofrerá no decurso do seu desenvolvimento a metamorfose mais complicada para se transformar num adulto de simetria radial.

Este não é o único método de reprodução entre as estrelas-do-mar, algumas delas têm a capacidade de se reproduzirem assexuadamente por fissão, um processo de divisão do corpo que resulta em novos indivíduos completos e funcionais geneticamente semelhantes à “estrela-mãe”.

Esta reprodução assexuada ocorre quando uma estrela se fragmenta, voluntariamente ou não, perdendo um dos seus braços com cerca de 1/5 do disco central, a estrela-do-mar “mãe” tem a capacidade de regenerar o braço perdido, e o braço perdido tem a capacidade de originar uma nova estrela-do-mar.


Alimentação
Moluscos, crustáceos, vermes e outros invertebrados. As estrelas-do-mar são conhecidas quer pelo seu apetite quer pelas suas estratégias de alimentação. As espécies carnívoras predam sobre esponjas, bivalves, caranguejos, corais, poliquetas e outros equinodermes.

Algumas são necrófagas, alimentando-se de peixes e invertebrados mortos, outras ainda são detríticas alimentando-se da matéria orgânica e organismos microscópicos presentes no sedimento, ou ainda suspensívoras alimentando-se de partículas em suspensão. A eversão ou desenvaginação do estômago durante o processo de alimentação é característico das estrelas-do-mar carnívoras: no caso dos bivalves, a estrela-do-mar coloca-se sobre a presa e com a força dos seus braços e dos seus pés ambulacrários exerce uma pressão crescente (pode atingir 1,3 kg) sobre as valvas do bivalve cujo músculo adutor ao fim de algum tempo se cansa e relaxa.

Com uma abertura mínima 0,1 mm) a estrela everte o seu estômago para o espaço criado pela abertura das valvas, que então envolve as partes moles do corpo do bivalve e inicia a digestão propriamente dita. Após a alimentação o estômago é recolhido por contração e relaxamento dos músculos do corpo. A importância ecológica das estrelas-do-mar, nomeadamente das espécies mais abundantes, é bastante considerável devido ao seu papel de “predador do topo da cadeia alimentar”: podem alterar a composição das espécies de uma zona intertidal ou de qualquer nicho ecológico, podem provocar sérios danos em recifes de coral.
A importância económica das estrelas-do-mar é considerável, principalmente pelos prejuízos provocados pela voracidade destes animais, que são consideradas pragas na ostricultura e nas culturas de outros bivalves, sendo necessário proceder à sua remoção manual para evitar prejuízos elevados. Em determinados países, por exemplo na Dinamarca, faz-se o aproveitamento das estrelas assim removidas para ração animal, nomeadamente de aves.